𝐩𝐫𝐨𝐥𝐨𝐠𝐮𝐞;

(noun)

é o antes.
antes do mesmo início.
é a primeira palavra rabiscada da poesia, é a frase presa na garganta, é quando o lápis toca o papel e na mente tudo se embaralha, o suave dos dedos no piano.
a incerteza da ideia, ou a certeza ainda mais dela.
e onde os prólogos se escondem? onde está o início do início? onde estão os começos de todas as histórias?

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𝐂𝐇𝐀𝐏𝐓𝐄𝐑 𝐈

Antes mesmo do início, depois mesmo do fim.Ele já estava lá.As sociedades e suas histórias, os povos e sua cultura, mitos, lendas, tudo para explicar sua criação. Porém, parece que para ele nunca houve alguma. Pode-se procurar entre as cerâmicas, os hieróglifos, os papiros, as fábulas... Ele nunca existiu mesmo sempre existindo.o bibliotecário do infinito

Sua coleção era vasta, imensa, havia tudo. Sua biblioteca.Mas para os olhos humanos, tudo parecia ser uma ilusão, como todos os livros do Universo poderiam estar ali? Todos os conhecimentos do mundo, naquela biblioteca. Onde toda a construção parecia ser tão humana: as estantes de mogno escuro e madeira antiga contrastavam com as paredes brancas. Tudo cheio de detalhes em relevo que permeavam cada centímetro, subiam pelas colunas grandes até a abobada decorada por várias pinturas da natureza e detalhes de ouro.Era assim que ele gostava naquele momento, onde a as janelas eram grandes, e a luz se espalhava pelo cômodo. Mas ele poderia mudar... Era sempre assim, aquela biblioteca era dele. Então, ele tinha o conhecimento de todo o mundo? E mesmo sabendo onde ficava cada livro, de cada época, de cada lugar, nem todos ele poderia ler, nem todo o conhecimento ele poderia ter.Um nome? Ele não tinha... Mas ela havia lhe dado um apelido. Era apenas ele e seus livros diariamente, às vezes brincava com o mundo, com as estrelas, com as nuvens, fazia chover dentro de sua biblioteca, alguns animais o visitavam de vez em quando, mas era apenas ele...Gostava de ler e reler as histórias sobre o Amor, o Tempo, a Morte, o Caos... Mas era sempre ele, e ás vezes ela. De tempos em tempos, ela aparecia, a Deusa. Uma mulher de cabelos dourados como o Sol, pele negra, vinha para fazer companhia: conversava, até cantava como um anjo, gostava de ler juntamente...Ele sabia que não havia muito o que perguntar, afinal no fundo, ele sempre já sabia, apenas aproveitava a companhia dela, sentia-se um tanto menos sozinho. Aquela que o chamava de Céu e o deixava a chamar de Lua.

ㅡ  Gostaria de viver histórias, estas que sempre lê e protege... ㅡ ela desviou o olhar intenso das folhas e o encarou. Era mais um daqueles momentos que eles apenas mergulhavam na leitura.Sabia do que ela falava, e suspirou. Afinal, gostaria de conhecer o que suas memórias e suas leituras contavam... Mas ele entendia sua condição, compreendia quem era, o que fazia.ㅡ Como disse, apenas um bibliotecário em sua simplicidade... Não sou mais do que isso, e não estou destinado a mais do que isso.Mas ao fundo sabia que não havia questionamento no tom de voz dela, que aquele que guardava as histórias também poderia viver um tanto delas

𝐂𝐇𝐀𝐏𝐓𝐄𝐑 𝐈𝐈

Em uma bela noite de primavera... Talvez, não houvesse melhor data para aquilo. Um bebê com mãos gordinhas e covinhas adoráveis sorriu para ela que colocava a cesta em frente a porta do prédio. No peito, uma correntinha com seu apelido: Céu.
Poderia muitas ocorrer muitas formas de vir ao mundo, ela tinha este poder, mas toda história precisava de seu começo e assim a dele se iniciava.

Em 01 de Abril de 1994, um adorável bebê fora encontrado na porta de um orfanato. E ao longos dos anos, se tornara uma criança ainda mais amável: extremamente curioso, inteligente, observador. Amava a natureza, o silêncio e principalmente, livros. Os devorava com afinco e paixão.E logo seria fácil se apaixonar por ele, certo? Aos longos dos anos, isso não acontecia. Ele via outras crianças sendo adotadas, recebiam um novo lar, e toda as aquelas famílias não o vinham com o olhar compreensível que ele precisava ter. Fora crescendo e as comparações foram chegando, não tinha amigos dentro do orfanato. Gostava de contar suas histórias para as plantas do jardim, dedicava muito tempo a horta e aos estudos, as crianças então começaram a ser maldosas, porém ele nunca perdia o seu ar gentil, mas se fechava para o mundo a sua volta.Amadurecia, crescia e logo as esperanças de ter uma pequena família iam aos poucos... Ao menos, durante todos aqueles anos, ele fizera um amigo: Doutor Kim Yeong Cheol, o médico que prestava trabalho voluntário ao orfanato. Alguém que gostava de suas conversas filosóficas, suas curiosidades pelas plantas, seu conhecimento infindável sobre chá...ㅡ Já fez a sua mala? ㅡ o médico perguntou ao que arrumava as suas coisas do último atendimento, e o jovem, de agora 15 anos, o ajudava. ㅡ Não posso ser a melhor coisa, mas acho que consigo ser sua família.

Todos lhe chamavam de Céu ainda, por conta do colar que carregava, mas agora em seus papéis havia outro nome: Kim Nam Joon, para assim seguir a linhagem agora de seu pai. Mas apenas formalmente falando, pois ainda utilizava o nome para tudo do orfanato: Jung Hae In.Mesmo sendo um senhor, Dr. Kim já era um homem a frente do seu tempo, e não se importava com a pressão da sociedade coreana, afinal, um homem solteiro adotar um adolescente não fora bem quisto. Mas assim fora, via em Céu uma luz enorme, e tinha um carinho enorme por ele. Se assim o seu coração lhe pedia, porque ia ignorar? Com sua influência de melhor neurologista do país, conseguiu os trâmites mais rápidos.Hae terminou a escola, seguiu a sua paixão e se formou com méritos em seus estudos pela língua e literatura. Hoje, vive uma vida adulta ao lado de sua noiva, com seu amado lar e sua querida profissão. Mas porquê ainda dentro dele, essas memórias aparecem cada vez mais? De um lugar que não parece real, de um lugar que só existia em suas histórias de deuses, guerreiros e sentimentos? Ensinamentos, histórias que ele sente que conhece a milhares de anos? Porque tantas coisas ainda parecem que percorrem suas veias? Ele ainda tinha este questionamento: quem era ele?

𝐏𝐎𝐄𝐓𝐑𝐘

Para quem deseja conhecê-lo melhor, é preciso entender:➸ 𝓢ente-se melhor com o silêncio e a calmaria.
Ouvir, observar e cuidar são de seus verbos preferidos.
Sua tendência a solidão e reclusão faz com que não saiba expressar suas sensações e por tal, é péssimo com relações.
Seus olhos leem uma pessoa que o interessa como seu poema favorito e de forma intensa.

Muito autocrítico
Reservado
Formal
Tímido & Introvertido
Tende a ser sensível e inseguro
Machuca pessoas sem intenção
Sente intensamente, principalmente suas dores, porém não sabe lidar com elas

Paciente, Atencioso & Calmo
Agradável & Amável
Tenta que sua presença seja confortável
Educado & Inteligente
Empático, Bondoso & Gentil

the 𝐂𝐇𝐑𝐎𝐍𝐈𝐂𝐋𝐄𝐒

𝑙𝑖𝑘𝑒𝑠 ㅡ

➸ Canções calmas e música clássica. Barulhos do som da natureza, principalmente o som das ondas.Ler, aprender e ensinar. Livros!Vegetais, frutas e alimentos saudáveis. Fazer exercícios, chá quentinho, sol da manhã. Coisas simples.Natureza e Arte! O cheiro de terra molhada, de maresia, de bolo recém saído do forno.

ㅡ𝑑𝑖𝑠𝑙𝑖𝑘𝑒𝑠

➸ Barulho alto e espaços cheios demais.Violência e injustiça. Palavras rudes!Não dormir suficientemente, lacraias, chatear as pessoas.Cores fortes demais e luz artificial demais!

𝘩𝑜𝑏𝑏𝑖𝑒𝑠ㅡ

Jardinagem (adora conversar com as plantas);Escrita (mesmo que ache suas escritas bem ruins);Leitura;Cozinhar (mesmo que às vezes dê tudo errado);Música (um talento escondido que descobriu após começar a escrever.)Corridas;E tantas coisas que ele gosta de descobrir.

the 𝐌𝐘𝐓𝐇

❝...e ele sentia, sabia que mais do quê deveria. Mas como haveria de mudar aquilo? Ele era como o mar revolto durante uma tempestade, sua alma era tão profunda quanto as águas turvas. E havia tantas coisas que pareciam estar ali e ele não entendia o porquê... Tantas pessoas, pensamentos, dores, tantas lembranças.Suspirava a cada vez que olhava o céu claro, havia tanto que gostaria de descobrir e entender, mas era como uma flor única e rara que não deveria ser colhida.❞

Ele vem de todas as histórias de deuses, de todos os espíritos e lendas! É ele que as guarda em sua biblioteca! E esteve antes de tudo e estará depois de tudo.
Ele realmente não tem um nome como os outros receberam durante os séculos: como o Amor se tornou Eros, a Lua se tornou Tsukiyomi, e o Sol se tornou Guaraci. E assim, ela, o início, a nomeou.
Mesmo sendo uma criatura de paz, sabedoria e inteligência, precisou ser preparado para proteger e guardar todo conhecimento existente para que assim não houvesse desequilíbrio.
Tornou-se um guerreiro forte, rápido, e eficaz em casos extremos. Possuía habilidades de manipulação do Universo e de cura, presentes da própria Deusa.
Num corpo humano, ele precisou adequar todo o poder de seu espírito a fragilidade da humanidade, mas mesmo assim não se mostra o quão ele é poderoso.

𝐂𝐇𝐀𝐑𝐀𝐂𝐓𝐄𝐑𝐒

THE GODDESS
ㅡ LUA, the beggining of everything

DEATH
ㅡ ESDEATH LEBLANC, his wife

DR. KIM YEONG CHEOL
ㅡ his tutor

PS: Mais personagens podem ser inseridos como amigos, outros familiares ou até outros espíritos/deuses!

➸ Este carr.d é apenas um guia para o personagem, mais informações como gostos ou passado e presente, apenas de interações pelo twitter, telegram ou posts no seu canal. Fora que será atualizado a novas informações.PLAYER + 21, não interagir se for menor de idade.𝑃ersonagem majotariamente slice of life, porém ocorrerão pontuações sobre sua 'condição única'.Não o siga ou interaja se seu personagem possuir conteúdo TW, NSWF ou não for interpretativo.
Conversas entre os players para combinar turnos ou plots, são viáveis. Mas personagem 100%interpretativo, não entende o que são termos como player, off, alt...
Faceclaims abaixo que serão utilizados no personagem, outros podem ser adicionados se assim me apetece.

kim namjoon

jung haein

kim heesun & lee soohyukdeath & him
ㅡ em seus 40 a 50 anos